segunda-feira, 30 de março de 2009

Geração Y

Nó somos a geração Y.
De verdade.
Essa nova geração (pós geração baby boom) é um fenômeno ainda não entendido (nem por nós mesmos). “Geração Y”, jovens nascidos entre 1980 e 2001, que revolucionaram as relações humanas (quanta responsabilidade).

Estive lendo muito sobre o assunto, vendo se encontrava na teoria a resposta de todos os males. Vejam o que encontrei.

"Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os seus pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a sua auto-estima. Cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo."

"A sua atenção é mais difícil de agarrar, aborrecem-se com facilidade, exigem imediatismo e a mudança está à distância de um clique. Agora estão aqui. Daqui a um segundo já não. A sua linguagem é difícil de imitar e exige uma pertença difícil para quem está de fora, é muitas vezes dominada por um nonsense e por uma rede de referências culturais que se espalha como um fogo na savana."

"A Geração Y tem opinião. Pior que isso, tem muitas opiniões. E muda muito de opiniões. É fiel à opinião dos amigos e pouco fiel às marcas. Hoje é Nike, amanhã é Adidas, depois é Element e para a semana Carhartt. As suas tribos estão em constante mutação e interacção: Emos, Gamers, Punks, Alternativos, já nem sei quantos são... E ainda por cima... são criativos. Não criativos de uma maneira ordenada e fácil de compreender, mas numa lógica de nonsense sem limites."

Tudo bem que os marketeiros adoram essas definições de players cheia de apelo emocional, mas me identifiquei em partes.
E vcs?

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